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Atividades

 

Os povos indígenas da etnia Baniwa ou walimanai (autodenominação) vivem na fronteira do Brasil com a Colômbia e Venezuela, em aldeias localizadas às margens do Rio Içana e seus fluentes, além de comunidades no Alto Rio Negro/Guainía e nos centros urbanos de São Gabriel da Cachoeira, Santa Isabel e Barcelos, todas no estado do Amazonas. Já os Kuripako, que falam um dialeto da língua baniwa, vivem na Colômbia e no Alto Içana, Brasil. 
Utilizando uma arte milenar, ensinada há muito tempo, de confeccionar brilhantemente a cestaria de arumã, essas etnias atualmente comercializam junto ao mercado brasileiro, fortalecendo a renda das comunidades e aldeias. 
Os Baniwa também têm se destacado pela participação ativa no movimento indígena da região, sendo esta um complexo cultural de 22 etnias indígenas diferentes, mas articuladas entre si e em grande medida identificadas no que diz respeito à organização social, cultura material e visão de mundo.


Dito isto, o Programa de Educação Tutorial do curso de História (PET/História) da FACIP/UFU, com apoio do Museu do Índio, da Pró-Reitoria de Extensão e Cultura da Universidade Federal de Uberlândia (Proexc/UFU) e da Diretoria de Cultura (Dicult), tem o prazer de anunciar e convidá-los para o II Encontro Em Diálogos: Olhares Sobre os Povos Indígenas. 

Pensando a necessidade da realização de atividades que abordem a diversidade étnico-racial, convidamos o indígena e artista gráfico Denilson Baniwa para compartilhar um pouco de suas vivências na palestra "As novas tecnologias da comunicação na luta pela afirmação das identidades indígenas". 
Nosso encontro ocorrerá no dia 26 de outubro, às 9:00 horas, na sala 319, do bloco D, localizada no Campus Pontal, da Universidade Federal de Uberlândia, em Ituiutaba, MG.
Qualquer dúvida entrem em contato com o PET/História através do email pethistoriafacip@gmail.com.

 

 

 

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O Programa de Educação Tutorial – PET –, foi criado para apoiar atividades acadêmicas que integrem ensino, pesquisa e extensão, sob o princípio da indissociabilidade. O objetivo do Programa é formar o discente para além do espaço da sala de aula, compreendendo-o como ator social atuante no contexto histórico-cultural e político da realidade a qual pertence.

Sendo assim, neste semestre o grupo de petianos do curso de História do Pontal propôs-se a desenvolver um trabalho de ensino e extensão cuja proposta consiste em promover um espaço de diálogo e construção de políticas afirmativas em defesa da equidade que contemplem as diferenças étnico-racial e culturais inerentes ao processo histórico de formação da sociedade brasileira. O evento tem como título: "Em diálogos: experiências étnico-culturaisacontecerá na Faculdade de Ciências Integradas do Pontal nos dias 24 e 25 de novembro de 2016.

O objetivo do evento consiste em refletir acerca da temática título, com vistas a dialogar sobre educação intercultural crítica, tendo como possibilidade a construção ações emancipatórias a partir de experiências cotidianas enuciadas a partir de diferentes vozes e lugares.

 

Este evento busca referências no pensamento descolonial, uma vez que considera suas proposições inspiradoras para o processo de aprender a pensar e agir, bem como recuperar saberes e fazeres dispersos e subalternizados na lógica que se tornou aparentemente hegemônica na sociedade contemporânea. Dentre as perspectivas previstas na programação do evento, pretende-se abordar a concepção de interculturalidade crítica, por meio da qual espera-se: aprender a ouvir, reconhecer e respeitar lugares de fala e experiências étnicos culturais de sujeitos marginalizados, "subalternizados", provenientes de diferentes segmentos sociais/histórico/culturais.
Portanto, dentre as atividades previstas, ressalta-se como objetivo central pensar possibilidades de descolonização de conhecimentos a partir de diálogos com diferentes vozes subalternizadas, estimular iniciativas e ações entre os diversos projetos críticos políticos/éticos/epistémicos, que apontam para um mundo pluriversal e não a um mundo universal.
Esse encontro tem duração de dois dias, o primeiro (24/11/26) ocorrerá no espaço da academia (FACIP/UFU), momento profícuo para problematizarmos a condição deste espaço enquanto local de reprodução de saberes que sustentam relações de poder globais no âmbito do “sistema mundo europeu/euro-norte-americano moderno/capitalista colonial/patriarcal” (Grosfoguel,2008).
O segundo momento (25/11/2016) acontecerá em um acampamento de sem-terra (município de Gurinhatã, MG.), pois, reconhecemos a importância, sobretudo de comunidades marginalizadas pelas relações de poder globais, como espaço de formação política e de organização coletiva cotidianos articulados para o enfrentamento dos desafios diários.

 

Este evento busca referências no pensamento descolonial, uma vez que considera suas proposições inspiradoras para o processo de aprender a pensar e agir, bem como recuperar saberes e fazeres dispersos e subalternizados na lógica que se tornou aparentemente hegemônica na sociedade contemporânea. Dentre as perspectivas previstas na programação do evento, pretende-se abordar a concepção de interculturalidade crítica, por meio da qual espera-se: aprender a ouvir, reconhecer e respeitar lugares de fala e experiências étnicos culturais de sujeitos marginalizados, "subalternizados", provenientes de diferentes segmentos sociais/histórico/culturais.

Portanto, dentre as atividades previstas, ressalta-se como objetivo central pensar possibilidades de descolonização de conhecimentos a partir de diálogos com diferentes vozes subalternizadas, estimular iniciativas e ações entre os diversos projetos críticos políticos/éticos/epistémicos, que apontam para um mundo pluriversal e não a um mundo universal.

Esse encontro tem duração de dois dias. O primeiro, 24/11/2016, ocorrerá no espaço acadêmico (FACIP/UFU), momento profícuo para problematizarmos a condição deste espaço enquanto local de reprodução de saberes que sustentam relações de poder globais no âmbito do “sistema mundo europeu/euro-norte-americano moderno/capitalista colonial/patriarcal” (Grosfoguel,2008). O segundo momento ,25/11/2016, acontecerá em um acampamento de sem-terra (município de Gurinhatã -MG), pois, reconhecemos a importância, sobretudo de comunidades marginalizadas pelas relações de poder globais, como espaço de formação política e de organização coletiva cotidianos articulados para o enfrentamento dos desafios diários. 

 

 

 

 


 

 

De 03 a 05 de outubro de 2016, no Auditório III da Faculdade de Ciências Integradas do Pontal, acontecem as atividades do III CICLO DE DEBATES SOBRE MINORIAS SOCIAIS, realizadas pelos Programas de Educação Tutorial - PET´s.